Escritor Éle Semog participa de encontro da Pastoral Afro

A  Pastoral  Afro-Brasileira  da  Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro recebeu, em 17  de outubro de  2015, o  escritor  Éle Semog.  O  evento  –  que  contou  com  a participação de trinta e um ouvintes –  faz  parte dos encontros de   formação promovidos  pela PAB-RJ e  aconteceu  na   Matriz de  Santa  Rosa de  Lima,  no  Jardim América.

Estiveram  presentes membros  de  outros  núcleos  da  PAB: São  Sebastião  (Parada de  Lucas), São  Lourenço  (Bangu),   Nossa Senhora da  Glória (Santa Cruz),  CEB Santa  Veridiana e Igreja Nosso Senhor do Bonfim. Recebemos, ainda, Leonardo Caetano (Professor Albatroz, representando a Capoeira Besouro), alguns professores e paroquianos  ligados  a  outras  pastorais  da  Matriz  de  Santa  Rosa de  Lima.  Antes  da abertura da palestra, os  participantes  reuniram-se no  pátio  para um momento de  confraternização e  partilha  do  café  da manhã.  Em seguida,  o  grupo recebeu  o Padre  Marcelo  Villanova, que  conduziu a  oração inicial.

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Nosso momento de confraternização.

O tema  da  palestra  era  Implementação da  Lei  Nº10.639/03;  no   entanto, Semog  –  que  coordena  Centro de Articulação das Populações Marginalizadas  –  abordou  outros  tópicos de   interesse do   povo  negro: breve histórico  do  movimento social negro, mortalidade decorrente de  violência,  representação  do negro  nos livros  didáticos,  políticas  públicas  para a Educação.

A  palestra   fluiu  como   um bate-papo entre  o convidado e  a  plateia, que   fez   diversas  perguntas  acerca do movimento negro  e comentou a necessidade de  os  professores participarem  mais  ativamente de  debates sobre a  cultura  africana e  afro-brasileira.

Semog

Éle Semog (camisa cinza) com alguns dos membros da Pastoral Afro.

No  encerramento,  o  Monsenhor Luiz  Antônio  Pereira  Lopes –  pároco  da  Matriz de  Santa  Rosa de  Lima – falou  aos  participantes.  Ele destacou  a  importância  da  Pastoral  como   um movimento  de  luta  por  direitos, assim   como  a  Pastoral de  Favelas, de  que  é   coordenador  arquidiocesano  há  cerca de  30  anos. Disse  que a atuação   na  Pastoral é  uma  opção individual, mas  as  atividades  pastorais  devem ser  desenvolvidas  de  modo a  envolver  toda  a  comunidade  paroquial.

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